O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Sandero e Logan de 2ª geração custam menos de 8.000 euros

 http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2012/09/27/sandero-e-logan-de-2-geracao-custam-menos-de-8000-euros.htm

Carlos Tavares, presidente da Dacia, ao lado da segunda geração do Sandero Stepway

A fabricante Dacia, da Romênia, que pertence ao grupo Renault, mostrou nesta quinta-feira (27), no Salão de Paris, a nova geração dos modelos Logan e Sandero. Vendidos no Brasil sob a marca francesa, os dois carros custam menos de 8.000 euros na Europa, em suas versões de entrada.

Mais exatamente, 7.700 euros o Logan (sedã) e 7.900 euros o Sandero (hatchback). Já a versão "esportivada" Stepway, exclusiva do hatch, vale 10.590 euros. Os valores equivalem a R$ 20.170, R$ 20.700 e R$ 27.745, respectivamente. No Brasil, o Logan 1.0 parte de R$ 26.450, e o Sandero 1.0, de R$ 27.030. No caso do Stepway, que usa apenas o propulsor 1.6, a diferença é maior: ele começa em R$ 40.990.

O novo visual dos modelos Dacia é ao mesmo tempo mais robusto e elegante que o atual (convenhamos, seria difícil piorar); o três-volumes, que em 2007 lançou a tendência do "upsizing" (modelos com preço de compacto e espaço de médio), ganhou intrigantes vincos laterais sobre as caixas de roda que são idênticos aos do Chevrolet Cobalt, rival fortíssimo do carro no Brasil. Já o Sandero ficou mais parecido com o primo Duster.

Uma nova gama de motores (um deles a diesel) e itens considerados luxuosos, como tela touchscreen de 18 cm e sensor de ré, fazem parte do pacote anunciado pelo chefão da Dacia, Carlos Tavares, para a nova geração dos modelos romenos. Durante a apresentação, o executivo fez questão de frisar o crescimento vertiginoso dessa marca "baixo custo", mesmo em tempos de crise na Europa: entre 2005 e hoje o volume de vendas foi multiplicado por oito. Um terço das vendas mundiais da matriz Renault é de carros com DNA romeno.

No Brasil, Logan e Sandero passaram por reestilizações recentes, o que afasta as chances de a nova geração aportar no país antes de 2014, segundo UOL Carros apurou junto à Renault. Uma exceção poderia ser aberta caso as vendas do Logan, bombardeado por todos os lados (Cobalt, Nissan Versa, futuros sedãs de Volkswagen e Peugeot etc.), passem a cair. Nesse caso o sedã ganharia cara nova antes do previsto.

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